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21 fevereiro 2010

Gregos, Troianos...ou Árabes?







Por que ou para que um Blog?
Pergunta comum e até mesmo tradicional, dentro desse mundinho virtual...
Então, só para polemizar, ação esta que muito me agrada, eu respondo: Por que a pergunta?...E a resposta é sempre vazia ou silenciosa.
Talvez seja uma necessidade alimentadora do egocentrismo, talvez um desabafo não audível, ou talvez ainda, uma esperança...É, exatamente isso, uma esperança. Esperança de que alguém que abra essa “gaveta” virtual, queira realmente conhecer a minha opinião sobre, a paz mundial, ecologia, política interna e externa, concepções religiosas, ou, sobre posturas femininas e não confundir com feminismo (até porque, não sou partidária daquelas que gritam furiosa e tresloucadamente “abaixo os homens!!”); esperança de que ao abrir a “gaveta”, esse alguém não vá correndo verificar o arquivo de fotos, para saber se sou loura, morena, negra, se meus cabelos são sedosos ou crespos, se minha boca é libidinosa ou não, se sou uma gostosa ou tenho excesso de tecido adiposo. Esperança de que ainda existam, perdidas por algumas ruelas desse planeta, pessoas que sejam capazes de procurar antes pela alma, pelo intelecto, para depois, extasiarem-se (ou não) com a aparência física; não que eu seja do time que diz que beleza não importa, seria hipocrisia total, quem não ama o belo?
Mas, denotando-se o fato, de que beleza é um conceito subjetivo, prefiro ser identificada palas minhas idéias.
Partindo deste princípio, e ciente da impossibilidade de ser agradável à Gregos e Troianos, deixo público e notório, que só há uma pessoa que procuro agradar com esse Blog...uma tal de Khalit Sabanur, uma árabe, nascida no Egito, ás portas do Cairo, mais específicamente em uma tribo do Deserto, órfã originada de conflitos sociais e intolerância, filha de um revolucionário, que escolheu separar-se de sua filha, à vê-la morrer assassinada, assim como ele mesmo o foi, dias após a minha vinda para o Brasil, mas antes disso, deixou plantada dentro da alma de sua filha ( além de algumas tradições que mantenho), valores como respeito, tolerância, dignidade, liberdade, e principalmente, o valor incomensurável da Paz, mesmo que ao custo da guerra. Um homem ignorante sob a visão acadêmica, mas um sábio em relação à alma humana.
E é, à Khalit Sabanur, que tento agradar, para tanto, eventualmente, deixarei impresso nesse Blog, minha opinião, meus sentimentos, o meu despertar, e o meu adormeçer, enfim...tudo aquilo que fascina e alegra (ou entristece) Khalit, no mais



...keep walking.






Khalit Sabanur

1 Comentários:

Ricardo Borges

Amyra,

Adorei teus escritos, muito mesmo.

Paz e amor,

Ricardo

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